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Estados Unidos

Artigo defende voz dos pais contra conteúdo sexual em escolas dos EUA

Dan Kleinman questiona critérios da Associação Americana de Bibliotecas e defende a seleção de livros conforme a idade dos alunos.

Redação Brasil pela Direita • 18 out 2026 • 1 min de leitura

Artigo defende voz dos pais contra conteúdo sexual em escolas dos EUA
Foto: Daily Wire/Reprodução

O debate sobre livros com conteúdo sexual em escolas públicas dos Estados Unidos é alvo de críticas de Dan Kleinman, proprietário do serviço educacional SafeLibraries. Em artigo de opinião, ele defende maior participação dos pais e contesta a maneira como a Associação Americana de Bibliotecas (ALA), que completa 150 anos, reage aos questionamentos sobre essas obras.

Kleinman distingue restrições de acesso em bibliotecas escolares de uma proibição de venda ou circulação. Para ele, contestar a presença de um livro em uma escola para crianças pequenas não equivale a bani-lo, já que a obra continua disponível em livrarias. O artigo contrapõe esse argumento ao levantamento da PEN America, que registra um recorde anual de 12 mil ocorrências classificadas como proibições de livros em escolas públicas no último ano letivo.

Entre os exemplos citados estão Gender Queer, de Maia Kobabe, All Boys Aren’t Blue, de George M. Johnson, e Let’s Talk About It. Kleinman aponta conteúdo sexual explícito nessas obras e também menciona The Bluest Eye, de Toni Morrison, por retratar violência sexual contra uma criança. Seu argumento é que o mérito literário não elimina a necessidade de avaliar a adequação etária.

O autor acusa a ALA de enquadrar conteúdos sexualmente explícitos como materiais de diversidade e inclusão e de mobilizar recursos contra contestações feitas por pais. Também critica a cobertura de veículos como o The New York Times, que, em sua avaliação, privilegia a perspectiva dos bibliotecários e dá pouco espaço às famílias.

Kleinman sustenta que a proteção das crianças e a transparência para os pais devem superar divisões partidárias, citando a democrata texana Shawn Thierry em defesa desse princípio. Além de atuar no SafeLibraries, ele é diretor-executivo da World Library Association, apresentada no artigo como uma alternativa à ALA.

Fontes

  • Daily Wire: https://www.dailywire.com/news/unmasking-the-push-for-explicit-content-in-your-kids-schools

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