Mãe de Rhiannon Whyte critica governo trabalhista e cobra mudança nas regras de asilo
Após o assassinato da filha, Siobhan Whyte defende a detenção de solicitantes de asilo sem documentos durante a análise dos pedidos.
Redação Brasil pela Direita • 20 out 2026 • 1 min de leitura

Siobhan Whyte, mãe de uma funcionária de hotel que abrigava solicitantes de asilo, criticou o governo trabalhista britânico pela entrada de imigrantes em situação irregular. Ela faz campanha pela Lei de Rhiannon, proposta que prevê manter solicitantes de asilo sem documentos detidos enquanto seus pedidos são analisados.
Sua filha, Rhiannon Whyte, foi atacada pelo sudanês Deng Majek em 20 de outubro de 2024, quando esperava um trem para voltar para casa após o trabalho. Majek estava hospedado no Park Inn Hotel, onde ela trabalhava, e a seguiu até a plataforma da estação Bescot Stadium.
Rhiannon sofreu mais de 20 perfurações provocadas por uma chave de fenda e morreu três dias depois, em decorrência de uma lesão no tronco cerebral. Durante o julgamento, uma testemunha relatou que havia avisado a segurança do hotel sobre o comportamento intimidatório de Majek naquela noite.
Peritos encontraram sangue de Rhiannon nas roupas, nos calçados e nas joias do agressor, além de material genético compatível com o dela sob suas unhas. Em outubro de 2025, o júri do Tribunal da Coroa de Wolverhampton chegou a um veredicto unânime de culpa após duas horas e cinco minutos de deliberação.
Ao defender a mudança na legislação, Siobhan cobrou exames médicos, verificação de identidade e checagem de antecedentes criminais antes que imigrantes sem documentação possam circular livremente. Ela descreveu o sofrimento pela perda da filha como uma prisão perpétua e afirmou que a indignação a impulsiona a continuar a campanha.
Fontes
- GB News: https://www.gbnews.com/news/rhiannon-whytes-mother-migrant-crisis


