Democrata confirma ação da cunhada sobre lista antiterrorismo antes de ato com Obama
Abdul El-Sayed defendeu Mariam Jukaku, mas sua afirmação de vitória judicial contrasta com a reversão de decisão favorável aos autores.
Redação Brasil pela Direita • 18 out 2026 • 1 min de leitura

O candidato democrata ao Senado por Michigan, Abdul El-Sayed, reconheceu na noite de sábado que sua cunhada, Mariam Jukaku, participou de uma ação judicial contra sua suposta inclusão em uma lista federal de monitoramento de terrorismo. A declaração ocorreu dias antes de um evento de campanha com o ex-presidente Barack Obama, previsto para 24 de outubro, antes das eleições de meio de mandato de 3 de novembro.
Questionado sobre documentos do processo de 2016, El-Sayed afirmou que a cunhada não cometeu irregularidades e que conseguiu sair da lista após recorrer à Justiça. Também criticou o adversário republicano Mike Rogers, a quem atribuiu responsabilidade pela estrutura de um sistema que, segundo ele, trata pessoas como culpadas por terem nomes diferentes.
Na ação, Jukaku relatou ter passado por verificações adicionais em aeroportos em 2012 sem receber explicações sobre o motivo. O documento indicava que se acreditava que ela já havia sido retirada da lista até 2016.
Embora El-Sayed tenha apresentado o caso como uma vitória judicial, um tribunal federal de apelações reverteu, em 2021, uma decisão favorável aos autores. Outra ação, que buscava indenização, foi rejeitada em 2017.
O FBI informou que a política do governo americano é não confirmar nem negar a presença de qualquer pessoa nessa base de monitoramento. O processo não comprova irregularidades cometidas por Jukaku ou por El-Sayed.
Fontes
- Fox News: https://www.foxnews.com/politics/michigan-democrat-confirms-sister-in-law-terror-watchlist-lawsuit-days-before-obama-campaign-appearance


